Eco Ventures Bioplastics

Dúvidas Frequentes

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Dúvidas Frequentes

Eco Ventures Bioplastics.
Aditivo OXI-BIODEGRADÁVEL.
Fórmula composta de princípio ativo que vai ter algum tipo de ação no produto final. A exemplo de ADITIVO ANTI UV, ADITIVO ANTI DERRAPANTE, ADITIVO ANTI OXIDANTE, ADITIVO OXIDANTE, etc.
Definição do processo pelo qual os POLÍMEROS derivados da nafta (poliolefínas) são expostos, onde passam por transformação de três passos importantes, ou seja, a DEGRADAÇÃO OXIDATIVA, a BIODEGRADAÇÃO ABIÓTICA e a assimilação do COMPOSTO resultante a + ou – 10%, e de + ou – 90% de H2O e CO2 de pelo meio ambiente.
Processo pelo qual passa o produto final derivado da nafta, onde reação oriunda das intempéries (CALOR, LUZ UVA e UVB e OXIGÊNIO) dispara um gatilho que quebra a cadeia de CARBONO existente em toda molécula de HIDROCARBONETOS.
Toda estrutura molecular composta de HIDROGÊNIO e CARBONO. Praticamente toda gama de OLEFINAS.
Processo pelo qual passam os materiais plásticos quando depois de DEGRADAR devido as ações das intempéries reduzem seu peso molecular para menos de 5.000 mols (um material extremamente poroso e hidroscópico) favorecendo o aumento da umidade. A partir desse estágio o material exposto vai se tornar atrativo aos micro-organismos (bactérias, fungos e bacilos) existentes no local do descarte.
Material inerte que resulta do processo de oxi-biodegradação após separado da água e do CO2. Trata-se do húmus gerado pelos micro-organismos.
Testes das amostras do solo devem ser analisadas por laboratório competente que consiga aplicar a norma internacional ASTM D 6954-4 em sua totalidade, ou seja, o resultado deve ser menos de 10% de material sólido nas amostras coletadas. Nessas amostras serão semeadas plantas primárias que depois de comparadas com o controle (outras plantas germinadas em terra sem nosso composto), não deve ocorrer definhamento em mais de 10% das amostras (o raquitismo caracteriza indicio de contaminação) nem crescimento superior aos mesmos 10% (o crescimento fora do normal e acima do percentual exigido caracteriza trangenicidade).
Os experts da área, consideram BIODEGRADÁVEL só os produtos plásticos que se submetam aos critérios da Norma ASTM D 6954-4 e são aprovados em todos os quesitos pré-requeridos. O material analisado só será considerado BIODEGRADÁVEL quando existir após sua decomposição uma geração de mais de 90% de dióxido de carbono na segunda etapa da BIODEGRADAÇÃO. Isso em prazo pré-determinado pela normativa da ASTM D 6954.
Segundo o cientista especialista na guia de normas ASTM na área de BIOPLÁSTICOS, Professor Doutor da Universidade de Michigan, USA Ramani Narayan, editor do trabalho de pesquisa intitulado de A CIÊNCIA DETRÁS dos PLÁSTICOS BIODEGRADÁVEIS COMPOSTÁVEIS. “É falsa a afirmação de que qualquer resultado numérico na porcentagem menor a 90% o material seja BIODEGRADÁVEL. Um produto DEGRADÁVEL que seja parcialmente BIODEGRADÁVEL, ou supor ainda que, eventualmente o mesmo se BIODEGRADARÁ, não pode ser considerado um produto amigável, causando graves consequências sanitárias e ambientais”.
Se refere a uma opção de fim de vida do plástico depois de descartado no meio ambiente, local onde as colônias de micro-organismos que estão presentes no ecossistema se dirigem ao dejeto (com a finalidade de o compostar no solo por digestão aeróbia ou anaeróbia) e utilizando o substrato de carbono, o eliminam do meio ambiente para que entrem na cadeia alimentar microbiana, de maneira oportuna, segura e eficaz, dentro de um tempo pré-estabelecido.
P-Life é um ativo orgânico derivado do óleo do coco da palmeira, associado a elementos de terras raras utilizado na produção da resina Go Green, sendo o primeiro e único biodegradante certificado pelo Laboratório SP Technical Research da Suécia que atende a norma ASTM D 6954-4 sob SPCR 141, apêndice 4 em sua totalidade com certificado internacional.
Três tiers (fases) devem ser cumpridos nos testes de laboratório e de solo, ou seja: Tier 1: Teste que avalia a degradabilidade oxidativa do material, sendo necessário uma perda das propriedades mecânicas com alteração do peso molecular para menos de mw 5.000 (cinco mil mols). Tier 2: Avaliação da biodegradabilidade no solo a 23 graus C, onde o material testado tem que se biodegradar mais de 90% da massa sólida em mais o menos 24 meses. Tier 3: Avaliação eco toxicológica onde plantas comparadas com controle devem ter mais de 90% de germinação e crescimento.
Go Green é a marca registrada no Brasil das resinas aditivadas com o princípio ativo P-Life.
É um fim digno aos materiais plásticos, ou seja: Repensar. Cada material plástico que chega nas nossas mãos deve ser entendido que o mesmo terá uma vida muito longa depois de descartado. Por isso deve ser descartado em local adequado. Reduzir. Devemos reduzir o uso de materiais descartáveis entendendo que o ciclo de vida dos produtos podem ser bastante longo. Reusar. Depois de repensar e reduzir, sempre que possível devemos reutilizar os produtos finais de poliolefínicas transformadas em peças flexíveis e ou rígidas. Recuperar. Esse deve ser o item mais importante dos 5 Rs, pois sendo descartado no local adequado o produto será coletado e depois de separado por tipos de plásticos será reciclado, voltando para nós para um novo ciclo de vida útil. Todos os produtos aditivados com nossa resina Go Green P-Life pode ser 100% reciclada. Remover. Quando o produto for descartado de forma inadequada no meio ambiente, sendo ele aditivado com nosso princípio ativo, de acordo com as características avaliadas por espessura e densidade, irá ser retirado do meio ambiente pela ação as intempéries e as reações químicas oriundas da OXIDAÇÃO, DEGRADAÇÃO, BIODEGRADAÇÃO e COMPOSTAGEM quando os micro-organismos interagem para devolver o material inerte ao ciclo de vida biológico, tudo isso dentro do tempo determinado pelos testes de laboratório.
Praticamente todos os tipos. PE, PP, PS, PET, etc... Não recomendamos a biodegradação do PVC (policloreto de vinila) em razão dos resíduos de cloro que é resultante do PVC.
Tudo na natureza oxida e se degrada devido as ações em conjunto ou separado das intempéries, ou seja, a luz natural (Sol), temperatura (Calor), oxigênio (Ar e Umidade). Também estresse como a expansão pelo CALOR e a contração pelo FRIO ajudam no desgaste mecânico do objeto que está degradando. Todo material degrada, mas nem todo material biodegrada no meio ambiente, por isso as nomenclaturas OXI-DEGRADÁVEIS e OXI-BIODEGRADÁVEIS.
Se entende por BIODEGRADÁVEL o material ou corpo sólido que após a DEGRADAÇÃO sofre as ações diretas de micro-organismos aeróbios e anaeróbios sendo digerido resultando em CO2, Hidrogênio, Nitrogênio, H2O e Humos.
São bactérias, fungos, bacilos, micróbios e outros agentes biológicos que só conseguem sobreviver e agir na presença de OXIGÊNIO. Esses micro-organismos geram CO2 no processo de digestão.
São bactérias, fungos, bacilos, micróbios e outros agentes biológicos que sobrevivem na ausência de OXIGÊNIO. Esses micro-organismos geram gases extremamente nocivos para a camada de ozônio, a exemplo do gás METANO.
Não, somente os micro-organismos AERÓBIOS agem nos produtos aditivados com nosso Go Green P-Life. Nosso aditivo Go Green P-life só age na presença de oxigênio sendo digerido por bactérias aeróbias gerando como produto final após sua decomposição H2O, CO2 e húmus; Já os produtos Enzimáticos, as bactérias agem na ausência de oxigênio e o material é digerido por bactérias anaeróbias gerando na sua decomposição o gás metano. Vale ressaltar que produtos aditivados com Go Green P-life não são nocivos ao meio ambiente.
Compostável é todo material plástico produzido com insumos orgânicos, ou alguns poliésteres que podem ser reduzidos a húmus em processo mecânico em usinas de compostagem. O material para ser realmente compostável deve ter seu ciclo completado em mais de 90% após aproximadamente 180 dias de processo de acordo com a norma europeia EN 13432 e mais de 60% no mesmo período pela normativa que rege a norma americana ASTM D 6400.
Embora produto final aditivado com nosso Go Green P-Life tenha sido testado em processo de compostagem após passar por uma pré-oxidação a 58 graus C, não atende as normas; europeia EN 13432 e americana ASTM D 6400. Nosso material é OXI BIODEGRADÁVEL e sua finalidade maior é de BIODEGRADAR mais de 90% no solo a 23 graus C, assim como informado na ASTM D 6954-4 apêndice 4.
O princípio ativo OXI-BIODEGRADANTE P-LIFE SMC 2360 assim como seus ingredientes são registrados no FDA de acordo com a diretiva RoHS com certificado 21CFR177.520. Esse é o que garante que os produtos aditivados com nossas resinas podem entrar em contato com alimentos. No Brasil, nós fazemos testes de migração RDC 51 e 52 , realizados pelo Instituto Falcão Bauer, que comprovam que nosso material não migra nem contamina as embalagens que porventura venha ser aditivadas com o nosso aditivo Go Green P-life.
O polímero usado no teste é um hidrocarboneto básico que contém apenas carbono e hidrogênio. O processo de degradação química envolve a reação das moléculas do polímero. O polímero contêm apenas carbono e hidrogênio. Quando ele entra em contato com oxigênio do ar inicia-se a degradação do plástico. Esta reação ocorre mesmo sem aditivos pro-degradantes, porém o processo é muito mais lento. É por isso que os plásticos convencionais, quando descartados, persistem durante muito tempo no meio ambiente. As formulações do Go Green P-life catalisam ou aceleram essa reação, de tal forma que o produto que a contém se degrada e se desintegra fisicamente dentro de 2-3 anos, dependendo da formulação e disposição no meio ambiente. Os produtos desta degradação são moléculas muito menores (2-5% do tamanho da molécula de polímero original) que contém oxigênio em sua estrutura. Esse processo converte um grande pedaço de plástico em milhões de pequenos pedaços de plásticos. Os produtos dessa fragmentação diminuem ainda mais e podem ser consumidos como uma fonte de alimento por micro-organismos. Os micro-organismos usam essas moléculas como energia, portanto convertendo esse alimento em biomassa (suas próprias células, dióxido de carbono e água. Os componentes inorgânicos dos diversos aditivos plásticos incluindo o pro-degradante, retornam ao ecossistema, como óxidos metálicos inofensíveis.
Um requisito primário para a degradação desses produtos é que deve haver oxigênio presente, uma vez que o processo envolve uma reação entre o plástico e o oxigênio. Uma maneira de prolongar a vida útil dos produtos oxi-biodegradáveis ??é empacotá-los de forma que não haja oxigênio disponível. Os artigos finos geralmente se degradam mais rapidamente do que os mais espessos, onde é mais difícil para o oxigênio penetrar. Um segundo requisito é uma fonte de energia para iniciar a reação de degradação. Esta pode ser a temperatura elevada, luz ultravioleta e / ou estresse mecânico, como ocorre quando o plástico é esticado ou rasgado. As temperaturas elevadas estão tipicamente na gama de cerca de 30-70 ° C; Quanto mais alta a temperatura mais rápido é o processo. A luz ultravioleta só é efetiva se atingir realmente o plástico - ou seja, se não for filtrada, por exemplo, vidro de janela. Estas são condições típicas que existem nos locais de descartes, como: aterro e lixões. Quando os produtos oxi-biodegradáveis ??são armazenados antes do uso, eles devem ser mantidos afastados da luz ultravioleta, a fim de evitar a degradação prematura. A degradação prematura não é um problema na maioria das situações de armazenamento.

Conheça o Go Green P-Life

Como pioneira e uma das líderes em tecnologia sustentável na América Latina, a Eco Ventures Bioplastics é responsável por produzir e comercializar, no Brasil, resinas biodegradáveis que podem ser utilizadas em materiais rígidos ou flexíveis, auxiliando empresas transformadoras de derivados poliolefínicos no cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

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